SINOPSE
EU QUERO SER UMA LOCOMOTIVA
Dois algoritmos pré-históricos do futuro estão envelhecendo em uma cápsula à deriva - um mausoléu digital orbitando os escombros da memória. Como arqueólogos de si mesmos, procuram deixar evidências que tenham um dia existido. Vestígios, um traço de memória. Quem testemunha esse tempo nosso? Construir novos trilhos. Para onde vão? Quais os novos vetores do desejo? Enquanto constroem algo que nem sabem bem no que vai dar, refletem sobre a encruzilhada temporal, ética e subjetiva de toda uma geração no meio de uma estrondosa mudança de paradigma. Para onde olhar, numa miríade de imagens supercondensadas? Até que descobrem que não há uma estação alguma para desembarcar. Não é preciso escapar, apenas desejar (construir trilhos) até o fim.


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